terça-feira, 10 de maio de 2011

FUNCIONÁRIOS DA AXÉ AGRIDEM JORNALISTA


Empresa Axé não sabe lidar com a comunidade 




A falta de preparo de um alguns funcionários da Empresa de Transporte Axé, deixa insatisfeito usuário que depende deste meio no dia a dia. Hoje, (09) pela manhã o Jornalista Djalma “Hálice” Freitas e morador, se viu atado com as atitudes grotescas destes funcionários. Pela manha, no ponto de  ônobus  me frente a “Igreja Batista”, na rua Velha de Pirajá, ás 10h., em Pirajá, o motorista do ônibus de numero 7555 parou a 10 metros do ponto e quando o jornalista tentou pegá-lo, o motorista arrastou. O usuário tentou correr atras e logo após um outro ônibus da mesma empresa cedeu carona a fim de fazer com que o onibus a frente parasse. Logo na prça General Labatut, o carro partiu sem parar. O suario tentou reclamar à empresa Axè e, encontrando a porta da garagem aberta entrou procurando o resposavel pelo setor de transporte. Porteiro e vigilante ficaram exaltados quando tentou retirá o jornalista a força a mando do suposto atendente, Sr. Jailson. Insistindo e irritado, o jornalista e usuário tentou se identificar e pedindo para falar com alguém responsável, já que o Sr. Anibal, diretor, se encontrava viajando. No susto, com tantos homens o arrodiando, e com medo de lavar um tiro, Sr. Jailson da ordem: “Bota ele pra fora”. O vigilante de nome não identificado usando de truculência, pegou-o pelo braço a força e jogou para fora da garagem. Uma agressão e atentado contra o cidadão e a imprensa.

Em conversa com o presidente da Associaçao de Moradores de Pirajá, Sr. Raimundo Coelho, tentou, via telefone falar com alguém sobre a truculência da AXÉ. Raimundo fez várias tentativas até que foi atendido, após muita insistência pelo Sr. Jailson, que deu uma versão própria do ocorrido defendo a truculencia causada a mando dele. Pois o chefe de tráfego, Sr. Ademar não se encontrava naquele momento.

Diante da situação o jornalsita e morador do bairro, não ver outra saida a não ser, registrar Boletim de Ocorrência contra Axé, vigilante e Sr. Jailson, além de convocar a comunidade para descutir o papel da empresa dentro bairro que o acolheu durante tantos anos. De modo que situações de agressão por parte de funcionários e vigilantes de uma empresa que se estabele na comunidade tem que ser avaliado pelo Ministério Publico, já que, pouco tem prestado bons serviços, e não apresenta nenhuma contra-partida de açoes sociais perante esta comunidade.

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